Cheguei muito apressado no recinto, não sabia bem o porquê de está naquele local com tanta pressa, mais sei que está ali seria importante para alguma coisa, então continuei a andar com muita rapidez e olhando para os lados comecei a reparar que estava em um colégio e que eu já tinha passado por aquele corredor um dia, comecei a olhar com um pouco mais de curiosidade e reparei que não era um colégio e sim uma faculdade, era o trabalho da Débora, então focalizei no meu lado direito a porta da biblioteca então adentrei com um chute na porta, estava agora parado dentro da biblioteca olhando com raiva para todos os cantos.
Mais a frente três pessoas desconhecidas, homens fazendo uma roda em volta de algo que meus olhos não enxergaram no primeiro relance, fui andando e começando a visualizar com certa clareza o que tinha entre eles, era a Débora que estava lá, ela olhava para a cara de todos, assustada e sem saber o que fazer.
Quando olhei ela assustada, corri como um tigre e com uma voadora acertei o primeiro que estava de costas, os outros dois deram um passo para trás, então falei com eles algo que não me lembro, e comecei a esmurrar o da direita, logo o que se encontrava na esquerda correu para fora da sala, não consegui pega-lo, então o esqueci e me interessei em acertar tudo com os outros dois.
Olhei para o lado para voltar a briga, mais já não estava no mesmo local, agora estava em uma escola realmente, todas as crianças brincavam em brinquedos de rodar, pular e outras corriam, uma jovem com roupa vermelha e azul chegou até mim e disse: – Por favor senhor Diego, venha que ele está aqui – Estão fui andando, queria saber quem era a pessoa, ela voltou a falar: – Ali senhor, seu filho! – Olhei desesperado como fizesse anos que não o via, olhei, olhei mais não sabia quem era no meio de tantos garotos.
De repente um dos garotos olha para trás e diz: - Pai! – Nossa, na hora comecei a chorar, ele veio correndo, estava diferente com o cabelo maior, negros e bem lisos, já estava grandinho, aparentava dois anos, ele veio e me abraçou com muita força até que eu cai no chão chorando de tanta emoção.
Nessa hora acordei, chorando também, por sinal muito e ainda gritei Caio, mais ele não apareceu, gritei de novo: - Caio, Caio vem aqui! – Lá veio ele, pulando como sempre, e com ele a Débora, nessa hora só pensei em abraçar os dois, coloquei ele na rede junto com a Débora para olhar as fotos dele, lindas por sinal.
Escrito por Diego Espião às 18h55
[ ]
[ envie esta mensagem ]
[ link ]
|